Monthly Archives: agosto 2016

Mapa da sustentabilidade do turismo brasileiro traz iniciativa do CCC&VB
   Severino  Carvalho  │     18 de agosto de 2016   │     9:32  │  0

Piscinas naturais de Maragogi (Foto: Severino Carvalho)

Piscinas naturais de Maragogi (Foto: Severino Carvalho)

Já está disponível o mapa da sustentabilidade do turismo brasileiro, que mostra iniciativas de sucesso na área.

O site foi lançado este mês na Casa Brasil, no Rio de Janeiro, pelo Ministério do Turismo (MTur) e permite que o interessado localize, com apenas um clique, todas as iniciativas vencedoras do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade; dentre as quais, a do Costa dos Corais Convention & Visitors Bureau (CCC&VB).

A entidade, que reúne o trade turístico do Litoral Norte de Alagoas, sagrou-se, em 2014, vencedora do “3º Prêmio Braztoa de Sustentabilidade: Atitudes que Mudam o Turismo”, na categoria Parceiros Institucionais com o trabalho “Piscinas Naturais De Maragogi: A Conservação De Um Tesouro Natural”.

As informações estão apresentadas de forma georeferenciada e funcionam como um facilitador e até mesmo um convite para que turistas apreciem destinos e empreendimentos com ações sustentáveis no país.

O lançamento ocorreu na terça-feira (9) durante o evento Um dia de Cruzeiros no Rio que reuniu, na Casa Brasil, representantes da Associação Brasileira de Agentes de Viagem (Abav), da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) e da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar).

Desenvolvida pelo MTur, em parceria com a Braztoa, a plataforma digital batizada de “Turismo Sustentável no Brasil: Iniciativas Premiadas – Braztoa e Ministério do Turismo” permite uma consulta de forma simples e dinâmica. As informações sobre as 56 iniciativas premiadas, desde 2012, estão disponíveis em inglês, espanhol e português.

“Esperamos que o mapa sirva de inspiração para que agências, hotéis e outros segmentos do setor também implementem iniciativas de sustentabilidade. Certamente essa será uma ação que irá impactar no surgimento de novos projetos de sucesso”, comentou a coordenadora-geral de Sustentabilidade do Ministério do Turismo, Isabel Barnasque.

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Com informações da Braztoa e do MTur

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Documentário A Lei da Água será exibido em São Miguel dos Milagres
   Severino  Carvalho  │     17 de agosto de 2016   │     16:12  │  0

Divulgação

Divulgação

A Fundação SOS Mata Atlântica apresenta, nesta quinta-feira (18), das 18h às 20 horas, na Praça Nossa Senhora Mãe do Povo, em São Miguel dos Milagres, o documentário “A Lei da Água”, o novo código florestal.

A exibição acontece no coreto conhecido popularmente como “Redondo”, onde também será promovido um debate com especialistas e o público presente ao evento. A entrada é gratuita.

“O intuito é trazer mais gente para as causas ambientais e alertar a população da atual situação da água no Brasil”, explicou o professor Rodrigo Marques.

Ele afirma que a exibição do documentário também tem como objetivo incentivar os grupos que fazem parte do projeto “Observando os Rios”, uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica.

A LEI DA ÁGUA é um documentário brasileiro que explica a relação entre o novo Código Florestal e a crise hídrica brasileira.

Veja o trailer: http://bit.ly/aleidaaguatrailer

O filme mostra a importância das florestas para a conservação dos recursos hídricos no Brasil, e problematiza o impacto do novo Código Florestal, aprovado pelo no Congresso em 2012, nesse ecossistema e na vida dos brasileiros.

A realização do cine-debate em São Miguel dos Milagres é da Fundação SOS Mata Atlântica e conta com o apoio da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (APACC/ICMBio), do Instituto Bioma Brasil e da Associação Milagrense de Turismo Sustentável (Amitus).

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Bandeira Azul passa a certificar embarcações de turismo sustentável
   Severino  Carvalho  │     3 de agosto de 2016   │     6:00  │  0

Bandeira Azul

Ao longo dos últimos três anos, o programa Bandeira Azul trabalha na expansão do selo para premiar também os Operadores de Embarcações de Turismo Sustentável. Desde o seu lançamento, em 1987, na França, o Programa Bandeira Azul vem crescendo, não só no que diz respeito ao número de países membros e locais premiados, mas também no conhecimento sobre os ambientes marinhos e de água doce.

A revisão constante dos seus critérios, bem como a disseminação de melhores práticas fazem da Bandeira Azul um selo altamente dinâmico que leva muito a sério novos desafios e mudanças contínuas.

Bandeira Azul decidiu dar um novo passo e expandir seu trabalho para atividades de turismo náutico. A partir de 2016, os operadores turísticos que oferecem atividades náuticas, como mergulho, observação da natureza, observação de baleias, passeios de pesca e charter podem ser premiados se estiverem em conformidade com o conjunto de critérios da Bandeira Azul.

Os critérios dizem respeito a educação ambiental e informação, gestão ambiental, segurança e serviços, responsabilidade social e turismo responsável.

“O programa Bandeira Azul oferece um padrão global que operadores de turismo náutico ao redor do mundo devem se esforçar para alcançar para ajudar a manter um oceano saudável – para os animais e os seres humanos “, afirma Cynde McInnis, co-presidente do Cetacean World Alliance.

Ao estender o programa e incluir operadores de barco de turismo sustentável em sua rede, o Programa Bandeira Azul pretende fortalecer a sua reputação de ser um selo socioambiental confiável e forte.

“As atividades náuticas vem passando por uma democratização nos últimos dez anos, e atualmente não são mais apenas privilégio da elite. No entanto, com o aumento do uso dos recursos naturais aumentam as ameaças e possíveis danos ao meio ambiente. Temos de medir o nosso impacto para garantir que essas atividades sejam conduzidas da maneira mais respeitosa e sustentável, além de promover educação ambiental. Bandeira Azul oferece um quadro perfeito para alcançar essas metas. Esta é, portanto, a rota de expansão lógica para a Bandeira Azul com seus trinta anos de experiência em elevar a consciência da comunidade em geral sobre os ambientes aquáticos”, diz Sophie Bachet Granados, diretora Internacional Bandeira Azul.

“Esperamos que essas atividades permaneçam sendo tão emocionantes e memoráveis como sempre foram, mas também sejam sustentáveis, educativas e seguras.”

Critérios

Os critérios incluem padrões Bandeira Azul existentes que provaram ser eficazes em relação à promoção de práticas sustentáveis nas praias e marinas, bem como os critérios que se baseiam em diferentes diretrizes e legislações nacionais e internacionais para atividades de turismo náutico.

Além disso, operadores turísticos de diferentes regiões do mundo foram envolvidos no processo de desenvolvimento dos critérios para garantir sua viabilidade em todo o mundo.

No Brasil, os critérios foram validados pelo Júri Nacional em sua última reunião de 29 de junho em Brasília. O Júri Nacional é composto pelo Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente, Secretaria do Patrimônio da União – Ministério do Planejamento, SOS Mata Atlântica, ACATMAR – Associação Náutica, SOBRASA – Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático e Agência Costeira.

“O melhor sobre a Bandeira Azul é que não temos que reinventar a roda. Já existem outras pessoas lá fora, que vem pensando ao longo do tempo nas mesmas linhas que pensamos, e como os desafios que estamos enfrentando não respeitam fronteiras, a cooperação com um selo internacional de sucesso vem naturalmente.”, afirmou Maria Gunnarsdottir, Secretário e Tesoureiro do IceWhale, o Whale Watching Icelandic Association.

“Vazamentos de óleo e produtos químicos, esgoto e outros tipos de poluição podem ter efeitos terríveis sobre o ambiente marinho, especialmente em recifes de corais, baleias e golfinhos, que são algumas das principais atrações turísticas hoje em dia. Igualmente, a descarga de águas residuais não tratadas, sistemas de esgoto mal conservados a bordo de barcos e/ou despejo de resíduos sólidos no mar impactam o meio marinho “, diz – Dr Birguy Lamizana, o GPA, Coordenador United Nations Environmental Programme (UNEP)”.

Passeios emocionantes

De acordo com ele, passeios de barco, tão emocionantes como eles são, precisam dar a devida atenção a essas questões para evitar efeitos indesejados. Quem gosta de pagar para mergulhar e se deparar com recifes de corais branqueados?

“Esta é a razão pela qual, o GPA (Programa Global de Ação para a proteção do meio ambiente marinho por atividades terrestres), está trabalhando para resolver estas questões através de suas três parcerias globais, em águas residuais, em nutrientes e sobre o lixo marinho. Ao aumentar a conscientização sobre a educação ambiental e turismo responsável, a Bandeira Azul é um aliado importante, pois ajuda a proteger e manter o ambiente marinho “, conclui.

O processo de critérios detalhados e forma de adesão estão disponíveis no site da Bandeira Azul (www.bandeiraazul.org.br)


Com Assessoria

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Ministério do Turismo define novas regras para repasse de recursos
   Severino  Carvalho  │     1 de agosto de 2016   │     15:53  │  2

Praia JaparatingaPortaria 182 publicada nesta segunda-feira (1) no Diário Oficial da União estabelece novas regras para os repasses do Ministério do Turismo (MTur). O texto garante que no mínimo 90% dos recursos próprios da pasta sejam destinados aos 2.175 municípios do Mapa do Turismo Brasileiro e 50% do orçamento próprio do MTur seja liberado por meio de chamamento público.

São 8 programas que contemplam 58 ações que poderão ser apoiadas pelo Ministério.  “Aprimoramos este importante balizador da gestão para melhorar a distribuição dos nossos recursos públicos com base nos princípios da eficiência e transparência”, comentou o ministro interino do Turismo, Alberto Alves.

O investimento nos municípios passa a levar em consideração a categorização dos destinos turísticos, numa estratégia de atender as reais necessidades do município. Ações de promoção e apoio à comercialização, por exemplo, podem ser pleiteadas apenas pelos municípios de categorias A, B e C.

As cidades D e E, por sua vez, devem receber infraestrutura, apoio para o turismo responsável, sensibilização e organização municipal e de produção associada ao turismo.

Em relação aos recursos de emendas parlamentares aportados ao orçamento da pasta ministerial, a portaria orienta que sejam destinados preferencialmente às regiões e municípios do Mapa do Turismo Brasileiro.

“É uma forma de sensibilizar deputados e senadores a convergirem esforços no mesmo território priorizado pelo MTur para potencializar o desenvolvimento dos municípios que adotam o turismo como vetor do desenvolvimento econômico e geração de emprego”, completou o ministro.

O apoio a eventos que estimulam o aumento do fluxo turístico pelo país também tem novas regras. Pela nova portaria, os eventos a serem apoiados pelo MTur deverão ser realizados pelo mesmo ente público há pelo menos três edições.

A exigência garante que o investimento só será feito em eventos tradicionais, realizados por entes públicos uma vez que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) veda o apoio a shows e festas realizado por entidades privadas.

Os novos critérios preveem ainda a apresentação dos últimos comprovantes fiscais que registrem os cachês recebidos por artistas ou bandas, sendo, no mínimo, dois de entidades públicas e dois de entidades privadas. A nova portaria entra em vigor a partir de hoje, data da publicação.

Mapa

O Mapa do Turismo Brasileiro é o instrumento de orientação para a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento das políticas públicas setoriais e locais, nos territórios nele identificados, tendo como foco a gestão, estruturação e promoção do turismo, de forma regionalizada e descentralizada.

O Mapa do Turismo Brasileiro 2016 foi definido por meio da Portaria MTur nº172, de 11 de Julho de 2016 e está constituído por 191 regiões turística, compostas por 2.175 municípios, organizados em categorias (grupos): A, B, C, D e E.

Boa Prática

O Tribunal de Contas da União e a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal reconhecem o Mapa do Turismo Brasileiro como um instrumento de gestão para orientar o desenvolvimento de políticas públicas regionalizadas e descentralizadas.

A atualização constante do documento se torna, portanto, fundamental para que esse instrumento seja eficaz e respeite os princípios de eficiência da Administração Pública.

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Com assessoria do MTur

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