Monthly Archives: outubro 2015

A Costa dos Corais na palma da mão! Conheça o aplicativo do Convention
   Severino  Carvalho  │     22 de outubro de 2015   │     12:04  │  0

Aplicativo

Aplicativo já está disponível para baixar no site do CCC&VB

O Litoral Norte de Alagoas na palma da mão! É o que oferece o aplicativo produzido pelo Costa dos Corais Convention & Visitors Bureau (CCC&VB). A ferramenta para smartphones foi lançada durante a ABAV, em setembro, e já se encontra disponível para baixar no site do Convention.

O aplicativo apresenta as principais atrações turísticas, opções de hospedagem e restaurantes; onde e como comprar cada um dos passeios, além de dicas interessantes sobre como aproveitar melhor o tempo no paraíso brasileiro chamado Costa dos Corais, em Alagoas, formada por sete municípios: Maragogi, Japaratinga, Porto Calvo, Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres, Barra de Santo Antônio e Paripueira.

O diretor-executivo do CCC&VB, Leandro Lira, disse que o aplicativo era um desejo antigo do trade turístico e que foi sendo construído paulatinamente.

“Decidimos lançá-lo na Abav, que é a maior feira de turismo do Brasil e foi muito bem aceito. Lá, encontramos todos os parceiros importantes: agentes, operadoras de viagens, companhias aéreas, imprensa especializada e profissionais do turismo”, afirmo Léo, como é conhecido.

OFF-LINE

Ele explica que para baixar o aplicativo é preciso estar conectado à internet, mas uma vez baixado, funciona off-line. “Estaremos atualizando constantemente o aplicativo. Com a iniciativa, iremos reduzir a quantidade de material impresso, reduzindo a produção de resíduos sólidos”, destacou o diretor-executivo do CCC&VB.

Ele relatou que além de acompanhar as novas tendências de mercado, o aplicativo do CCC&VB reforça a vocação turística da região e promove a sustentabilidade. “O aplicativo é uma ferramenta bem completa que serve tanto para os visitantes ficarem por dentro do que existe e acontece nas cidades que compõem a Costa dos Corais: praias, gastronomia, serviços, hotelaria, como também para os profissionais das agências e operadoras na consolidação de suas vendas”.

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Setor hoteleiro é o que mais se preocupa em registrar suas marcas em Alagoas
   Severino  Carvalho  │     8 de outubro de 2015   │     20:04  │  0

O setor hoteleiro foi que mais solicitou registro de marcas em Alagoas. É o que aponta levantamento feito pelo advogado, especialista em propriedade intelectual, Rodrigo Carvalho. De acordo com ele, como o uso da marca nesse segmento é mais abrangente e divulgado, as empresas hoteleiras procuram uma forma maior de proteção, evitando a coincidência de nomes com as concorrentes.

“Para você abrir uma franquia, a lei de franchising exige que se tenha o registro da marca junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Como grande parte dos hotéis tem suas franquias ou pretende tê-las pelo Brasil, se faz o registro”, explicou o advogado.

Em Alagoas, conforme o estudo, mais de 93% das empresas não possuem o registro de suas marcas. O advogado alerta que essa situação de vulnerabilidade pode obrigá-las a mudar de nome e até mesmo pagar indenização por uso indevido à empresa detentora do registro junto ao INPI, único órgão competente para registrar e garantir a propriedade da marca.

Advogado Rodrigo Carvalho é especialistas em marcas

Advogado é especialista em propriedade intelectual (Foto: divulgação)

“Alguns empresários não registram a marca no INPI muitas vezes por desleixo, mas posso afirmar que a grande maioria deles não tem a informação necessária e, por isso, imaginam que com a inscrição no cadastro nacional de pessoa jurídica (CNPJ) e inscrição estadual, estão seguros quanto ao nome fantasia de suas empresas. Com isso acabam deixando de fazer o registro corretamente” alerta Rodrigo Carvalho.

Conforme o levantamento feito pelo advogado, foram pesquisadas no banco de dados do INPI empresas dos mais variados segmentos, dentre as quais: hotéis e pousadas, alimentação, educação, turismo, tecnológicas, imobiliárias, saúde, estética, dentre outras.

O que mais chama a atenção é que 89% dessas empresas nunca solicitaram o registo de suas marcas; 4% até solicitaram, mas perderam os pedidos por falta de acompanhamento ou indeferimento do INPI, dentre elas grandes empresas do Estado, e, por fim, apenas 7% realmente se preocuparam e conseguiram o devido registro de suas marcas.

De acordo com o estudo, o setor hoteleiro foi que mais solicitou registro (12%), ao contrário do segmento de alimentação (3%), que praticamente não se preocupa com a propriedade da marca.

Duração

Rodrigo Carvalho explica que o processo de registro dura, em média, três anos para ser julgado pelo INPI, sendo imprescindível um acompanhamento frequente do pedido para que os prazos interpostos não sejam perdidos, evitando, dessa forma, o arquivamento dos processos. Ele ressalta também a necessidade da fiscalização contínua para impedir que terceiros registrem marcas parecidas.

O advogado alerta que é preciso ter consciência do risco que o gestor corre ao disponibilizar tempo e dinheiro com marketing em torno da marca, quando efetivamente ele ainda não é proprietário dela, pois deixou de fazer a solicitação do registro junto ao INPI.

“Os danos geralmente são irreparáveis, pois a marca é o elemento pelo qual o freguês estabelece laços de confiança com o produto ou serviço e quando ela muda de nome, certamente o descrédito e a desconfiança são inevitáveis, correndo o risco de o cliente deixar de consumi-la, sem falar no prejuízo financeiro que ele terá, ao ser obrigado a mudar todo o marketing já estabelecido”, afirma Rodrigo Carvalho.

Ainda segundo o especialista, o trabalho vai além do registro e acompanhamento no órgão competente. “Estou tentando implantar em Alagoas a cultura da importância da Propriedade Intelectual para as pessoas e suas empresas, pois outros Estados como os do Sul e Sudeste já despertaram há muito tempo”, disse o advogado.

Ainda de acordo com ele, é preciso enxergar os benefícios do registro da marca, como, por exemplo, impedir que terceiros a usem sem o consentimento do detentor. Ele passa a possuir o direito de comercializá-la, aliená-la e transmiti-la, adquire segurança jurídica, e tem direito a uso exclusivo por dez anos, prorrogáveis por tempo indeterminado em todo território nacional.

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Projeto Escola Sustentável vai desenvolver ações na Costa dos Corais
   Severino  Carvalho  │     7 de outubro de 2015   │     19:09  │  0

Palestra realizada em escola de Japaratinga (Foto: divulgação)

Palestra realizada em escola de Japaratinga durante lançamento do projeto (Foto: divulgação)

O Comitê Ambiental do Costa dos Corais Convention & Visitors Bureau (CCC&VB) lançou, na segunda-feira (5), em Japaratinga, Litoral Norte de Alagoas, o projeto Escola Sustentável.

O objetivo principal da iniciativa é desenvolver um projeto socioambiental com foco pedagógico para as escolas públicas e particulares daquele município litorâneo, integrante da Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais.

Segundo a consultora do CCC&VB, a bióloga Roberta Carvalho, a ideia do projeto é disseminar informação ambiental através de palestras e atividades que envolvam as escolas e suas respectivas comunidades.

“O projeto será expandido para toda a região da APA Costa dos Corais. Os próximos municípios beneficiados serão Maragogi e Paripueira”, informou Roberta Carvalho.

Cada escola participante recebe a equipe do Comitê formado por dois biólogos (Roberta Carvalho e Guilherme Freitas), um guia ambiental (Felipe Cavalcante) e um técnico em turismo (Wiallis Veríssimo) que ministram palestras sobre educação ambiental, sustentabilidade e questões relacionados à APA Costa dos Corais, maior Unidade de Conservação Marinha do País.

Depois do primeiro contato, o colégio é convidado a elaborar um projeto sustentável envolvendo alunos e a comunidade. A iniciativa foi lançada em Japaratinga nas escolas Estadual Dom Eliseu e municipal Antônio Buarque. Participaram cerca de 80 alunos entre 8ª, 1º e 3º anos. O projeto conta com o patrocínio de empresários e hoteleiros da região da Costa dos Corais.

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