Monthly Archives: agosto 2014

Missão Maragogi fortalece o turismo rural em Alagoas e Roraima
   Severino  Carvalho  │     28 de agosto de 2014   │     17:54  │  0

Trilha do Visgueiro, uma das atrações do Núcleo do Turismo Rural de Maragogi (Foto: Severino Carvalho)

Trilha do Visgueiro, uma das atrações do Núcleo do Turismo Rural de Maragogi (Foto: Severino Carvalho)

Promover a troca de experiências entre os protagonistas do turismo rural de Alagoas e de Roraima. Este é o objetivo da Missão Maragogi, promovida pelo Sebrae dos dois Estados, em parceria com o Costa dos Corais Convention & Visitors Bureau (CCCVB) e Cooperativa dos Pequenos Agricultores Organizados (Coopeagro).

O evento foi iniciado na terça-feira (26) com uma visita técnica à Fazenda Lavragem e ao Engenho Genipapo, que integram o Núcleo do Turismo Rural de Maragogi.

“Objetivo é fazer com que o turismo rural nesses dois pontos tão distintos seja um produto realmente reconhecido como um produto de mercado. A experiência lá é mais recente. Podemos dizer que a experiência aqui (Maragogi) é exitosa e que juntas podem transformar o País famoso na ruralidade”, avaliou Andreia Roque, consultora do Instituto de Desenvolvimento do Turismo Rural e Equestre (Idestur).

Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas, faz parte do seleto time de 24 roteiros turísticos nacionais que integram o Programa Talentos do Brasil Rural. Criado em outubro de 2009, o Programa é resultado do Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério do Turismo (Mtur), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Sebrae.

Foi dessa forma que nasceu o Núcleo do Turismo Rural de Maragogi. São três os produtos oferecidos que misturam ecoturismo, agroturismo e história. “Nesse sentido é uma economia que se espalha numa forma de rede, favorecendo todo mundo que trabalha e tem algum produto para oferecer na área rural”, destacou a colaboradora da Coopeagro, missionária Mirian Zendrom.

A proposta inova ao estabelecer novos roteiros numa cidade onde a atividade turística é lastreada apenas no turismo de sol e mar.

“A gente esta vindo visitar Maragogi através de uma recomendação da consultora Andreia Roque. Umas das ações são as realizações das missões técnicas a destinos que a gente acha que tenha alguma semelhança e que possa contribuir conosco, num troca de informações”, explicou Hélio Zanona, do Sebrae de Roraima.

De acordo com ele, o turismo rural se desenvolve naquele Estado em dez pequenas propriedades, a maioria em fase inicial de estruturação. “Estamos na etapa de capacitação do projeto, tanto na área de atendimento, de cooperativismo, como na formação e administração de preços. Vamos nos preparar para que em 2015 possamos entrar numa fase de promoção, com todo mundo preparado, as comunidades sinalizadas”, almeja.

Andréa esteve em Maragogi para acompanhar evolução do programa (Foto: Carlos Rosa)

Andreia Roque aposta na troca de informações entre os dois destinos para fortalecer o turismo rural no Brasil  (Foto: Carlos Rosa)

A Missão Maragogi prosseguiu na quarta-feira (27) com a realização da Trilha do Visgueiro num remanescente de mata atlântica do Assentamento Água Fria, atrativo que deu origem ao Núcleo de Turismo Rural de Maragogi. Os participantes também conheceram o artesanato produzido pela Associação Mulheres de Fibra.

À tarde, houve apresentação na sede da Coopeagro sobre as experiências vivenciadas em Maragogi e em Roraima. Nesta quinta-feira (28), a Missão fez visita técnica ao Assentamento Bom Jesus. Uma reunião do grupo de empresários de Roraima e técnicos da Missão foi promovida para avaliar a atividade e identificar as metas a serem cumpridas.

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Hotelaria da Costa dos Corais é destaque mais uma vez no prêmio TripAdvisor 2014
   Severino  Carvalho  │     26 de agosto de 2014   │     19:16  │  0

Salinas do Maragogi continua formando mão de obra e ofertando empregos

Salinas do Maragogi se destacou nas premiações nacional e internacional (Fotos: Severino Carvalho)

Mais uma vez a hotelaria do Litoral Norte de Alagoas foi destaque no prêmio “Travellers’ Choice 2014”, concedido pelo TripAdvisor, considerado o melhor site de viagens do mundo.

No segmento família, o Salinas do Maragogi All Inclusive Resort ficou com a 12ª posição no ranking mundial. Dos 25 melhores hotéis da América do Sul, o Radisson Hotel Maceió ocupou a 20ª posição. Já no ranking Brasil, além do Radisson, que ocupou o 4º lugar, aparece novamente o resort Salinas de Maragogi, em 14º. Enquanto isso, o Hotel Fasano e o Copacabana Palace surgem junto com outros hotéis nas últimas sete posições.

Na categoria pousadas, duas de São Miguel dos Milagres ficaram entre as melhores da América do Sul: a Pousada do Caju, em 10º lugar, e a Pousada do Toque, em 16º.

Na lista top Brasil, a do Caju ficou em 6º lugar e a do Toque em 11º. O blog Costa dos Corais recomendou a pousada em 2012, como dica de hospedagem aos leitores.

As praias alagoanas também foram destaque na premiação. Na seleção das 25 melhores praias, a Costa dos Corais ficou com duas posições. Em 9º lugar, os usuários do TripAdvisor elegeram as Galés de Maragogi na lista das praias mais bonitas do Brasil. Também faz parte da relação a praia de Maragogi.

Blog recomendou pousada do Caju em 2012

Blog recomendou pousada do Caju em 2012, como dica de hospedagem

O TripAdvisor é o maior site de viagem do mundo, possibilitando que os viajantes planejem seu roteiro. Oferece dicas confiáveis de viajantes reais e ampla variedade de opções de viagem e recursos de planejamento, além de contar com links para as ferramentas de reserva.

Os sites do TripAdvisor, juntos, formam a maior comunidade de viagens do mundo, com mais de 260 milhões de visitantes por mês e mais de 125 milhões de avaliações e opiniões, cobrindo mais de 3,1 milhões de acomodações, restaurantes e atrações. Os sites operam em 34 países em todo o mundo, incluindo a China.

Com informações da Setur/AL

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No Dia do Folclore, o Samba de Matuto Leão da Primavera
   Severino  Carvalho  │     22 de agosto de 2014   │     18:40  │  1

Nesta sexta-feira, comemora-se o Dia do Folclore. Para saudar a data, reproduzo na íntegra a reportagem que escrevi para as páginas da Gazeta de Alagoas sobre o samba de matuto e o risco deste folguedo se extinguir. Boa leitura!  

O Grupo de Samba de Matuto Leão da Primavera (Fotos: Carlos Rosa)

O Grupo de Samba de Matuto Leão da Primavera (Fotos: Carlos Rosa)

Para muitas religiões, a morte não é o fim. Em se tratando de cultura popular, os ensinamentos, crenças, costumes se perpetuam geração após geração. O falecimento do mestre Sebastião Amaro dos Santos, 81 anos, o “Tião do Samba de Matuto”, entretanto, suscitou a preocupação de o folguedo popular desaparecer, se extinguir.

Tião morreu no distrito de Barra Grande, em Maragogi, no dia 28 de julho, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Morria ali a voz potente e anasalada que encantou Alagoas. Deixou órfão o grupo “Leão da Primavera”, que comandava há décadas.

“Há dois grupos de Samba de Matuto em Alagoas, um em Massagueira e outro em Maragogi. O de Massagueira é formado por integrantes da terceira idade, mas o grupo tradicional mesmo é o de Maragogi. Nossa preocupação é saber se alguém ficou para liderar o grupo deste folguedo, que se encontra quase extinto”, alertou a servidora da Secult, Josefina Novaes, integrante da Associação dos Folguedos Populares de Alagoas (Asfopal).

Em agosto de 2012, o mestre Sebastião recebeu da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) o Registro de Patrimônio Vivo de Alagoas, um reconhecimento à importância do saber tradicional e popular que os mestres e mestras passam de geração em geração.

Mestre Bié promete assumir o Leão da Primavera

Mestre Bié promete assumir e não deixar morrer o Leão da Primavera

Teme-se em Maragogi que o Samba de Matuto morra a exemplo do que aconteceu com o Bumba Meu Boi do Mestre Eurico, que faleceu em um trágico acidente de trânsito. “O que temos hoje em Alagoas é o boi de carnaval. O único grupo tradicional existente era o do mestre Eurico”, recorda Josefina.

Segundo o professor de História, o maragogiense José Carlos da Silva, o Dodô, além da falta de apoio institucional, o Bumba Meu Boi do Mestre Eurico se acabou em virtude de uma disputa entre os dois núcleos de família constituídos pelo patriarca.

“Com a morte do mestre, a família que não dançava ficou com o espólio, com os trajes e os instrumentos da dança; a outra parte que dançava, nada recebeu. Então ficou essa cisma e as autoridades ligadas à Cultura do município nunca conseguiram ou não se empenharam em tentar solucionar esse impasse”, observou Dodô.

A Gazeta de Alagoas tentou conversar com os filhos do mestre Eurico, mas eles não quiseram comentar o assunto. Um deles até agendou entrevista, mas a reportagem, no horário marcado, não o encontrou em casa.

De Mestre Eurico ficou apenas a recordação em forma de monumento. Em 2004, logo após a morte dele, a prefeitura de Maragogi ergueu, em homenagem ao artista popular, a escultura de um bumba meu boi no centro de uma praça de Barra Grande, que ganhou o nome do mestre.

Houve, entretanto, resistência de uma parte da população que não entendeu a homenagem. As pessoas começaram a chamar o logradouro de “Praça dos Cornos”, por conta dos chifres do bumba. Houve até ameaças de demolição o que, para o bem da cultura popular e da memória de mestre Eurico, nunca aconteceu.

Para Josefina, além das políticas públicas de valorização dos folguedos populares é preciso preparar pessoas para que assumam os grupos que estão prestes a se extinguir, a exemplo do que ocorreu com o Quilombo de Limoeiro de Anadia.

“Eles formaram um grupo de crianças que está aprendendo esta manifestação popular. É o único grupo de Quilombo que temos em Alagoas e eles têm essa preocupação de manter viva a tradição”, salientou.

A voz do samba de matuto está viva

O Mestre Tião comandava há cerca de 50 anos o grupo folclórico (Foto: divulgação)

O Mestre Tião comandava há cerca de 50 anos o grupo folclórico (Foto: divulgação)

O Samba de Matuto se originou em antigos engenhos de cana-de-açúcar. Embalado pelo bombo e o ganzá, foi adaptado dos maracatus pernambucanos e sofreu influência dos pastoris e danças de coco. A mestra, a contramestra e a porta-bandeira fazem o passo ao apito do cantador. Este tira versos de improviso, canta a natureza, coisas do cotidiano, enquanto as baianas (de oito a doze) bailam com seus vestidos multicoloridos de fita, chapéu de palha sobre a cabeça, repetindo com suas vozes afinadas e agudas as melodias entoadas pelo mestre.

Foi justamente o apito prateado que o pedreiro Renato Manoel dos Santos, 74 anos, fez questão de levar ao sepultamento do mestre Sebastião Amaro dos Santos, 81 anos, o “Tião do Samba de Matuto”, ocorrido no dia 29 de julho, no distrito de São Bento, em Maragogi.

O apito pertencia a Tião e foi repassado a Renato Manoel pelo grupo folclórico Leão da Primavera, como símbolo de uma missão: não deixar o Samba de Matuto morrer. E se depender do Mestre Bié – como é conhecido Renato Manoel – a voz do Leão da Primavera continuará viva, a rugir.

“Eu não perdi uma pessoa qualquer, perdi um irmão. Eu estava parado, mas por causa da morte dele, vou voltar a cantar para não deixar o Samba de Matuto morrer”, prometeu Bié, abraçado e muito festejado pelas baianas. O pacto foi selado tendo o Bumba Meu Boi, na praça Mestre Eurico, como testemunha; tudo devidamente registrado pela Gazeta de Alagoas.

Pedreiro por vocação, Bié vai erigindo seus versos tijolo a tijolo, frase por frase, inspirado, quase sempre, pela mãe natureza. “Eu gosto de trabalhar cantando. O serviço de pedreiro fica mais maneiro”, disse ele, que canta desde os 14 anos de idade, quando assistia às apresentações do Samba de Matuto em sua cidade natal: Porto da Rua, em São Miguel dos Milagres, no Litoral Norte de Alagoas.

Pelejas

A alegria da baiana

A alegria da baiana

Talento precoce, aos 16 anos Bié já era mestre. A composição que lhe conferiu fama veio um ano depois e tem 120 pés (cada uma das quatro frases que formam a estrofe); envolve um sem-número de nomes de peixes, resultado da observação e do convívio com os pescadores do Litoral Norte de Alagoas.

“Saí à maré a pescar / Com a chumbada e o anzol / Ferreiro e ariocó / Comecei logo a ferrar / Cavala Bico e Pirá / Tubarão e Sirigado / Mero / Xaréu e Dourado / Tudo se vê em currá.”

Bié era afeito aos desafios do repente. Adorava botar pra correr os cantadores que o tiravam para uma peleja. “Eu achava aquilo bonito, era amostrado, gostava de briga e o povo achava bom. Eu soltava os cachorros pra cima, mesmo!”, recordou. A fama de bom cantador e a disposição para embates, porém, lhe renderam inimizades e Bié calou-se por longos 30 anos.

“Ou eu parava ou eu morria; não estaria aqui dando essa entrevista para você hoje”, ponderou o mestre, que teve uma espécie de sonho revelador em que um vulto lhe alertava sobre os riscos que corria se continuasse com as pelejas malcriadas. Bié citou uma das suas abusadas composições que fez no embate contra o cantador por nome de Luiz Candolino.

O adversário chamou-lhe para a batalha com a seguinte cantoria: “Todos prestem atenção / Que eu tenho boa memória / Do jeito que eu venho agora / Dou até no meu irmão.”

E Bié respondeu: “Tô avisando a esses poetas forasteiros / Quando chegar à sede de função / Olhe não venha passando o pé pela mão / Que é falta de educação e sinal de mau companheiro / Hoje de nós dois vamos vê quem sai primeiro / Que eu sou verdadeiro / Nunca perdi meu mister / Mas hoje aqui só não apanha mulé / Que não é mestre de samba e nem de guerreiro”.

Pai de quatro filhos, avô de três netos, Bié diz que voltou a cantar, mas com prudência, sem atacar ninguém. A morte transformadora do mestre e amigo Tião fez renascer a verve do artista. “Eu estava cantando, mas sem compromisso, só quando as pessoas me convidavam. Agora, com a morte do mestre Tião, eu vou voltar”, prometeu, para depois ser abraçado e cumprimentado pelas baianas.

 

Ações

Mestre Bié se concentra para tirar o verso

Mestre Bié se concentra para tirar o verso

O Secretário Municipal de Cultura de Maragogi, Jádson Almeida, o “Jacó”, afirmou, em entrevista à Gazeta de Alagoas, que vai se empenhar para manter vivo o Samba de Matuto por meio do grupo Leão da Primavera. Garantiu ainda que reunirá todos os registros referentes ao mestre Tião para que o material sirva como fonte de pesquisa aos que desejam aprender mais sobre o folguedo e disseminar conhecimento.

“Nosso objetivo é preservar a memória do mestre Tião e manter aceso o Samba de Matuto. Temos filmagens feitas com ele que serão coletadas e reunidas para que sirvam de registro”, declarou Jacó.

Ele revelou que também deseja levar o Samba de Matuto às escolas do município e junto aos grupos jovens que atuam em Maragogi. “Vou me reunir com as baianas e com o mestre Bié para que se apresentem quinzenalmente na Praça dos Idosos, na orla da cidade”, contou o secretário de Cultura.

Maragogi é considerado o segundo maior polo hoteleiro do Estado e, na avaliação de Jacó, as manifestações culturais podem e devem servir de atrativo aos visitantes, diversificando as opções, além do sol e do mar. A notícia de que o grupo receberá incentivo da prefeitura animou os brincantes.

“Tem muita gente que acha o Samba bonito, principalmente os turistas que vêm de fora, mas os mais novos daqui não dão muito valor, ficam mangando da gente”, lamentou a baiana Maria José da Conceição, 69 anos.

Uma das preocupações de Jacó é justamente com a idade das brincantes. A mais nova tem 66 anos. Segundo ele, será necessário também incentivar o gosto pela dança nas mulheres mais jovens. “Antigamente, o povo andava três, quatro léguas a pé para assistir ao Samba de Matuto. Hoje, quem é vizinho de um Samba fecha as portas e chama a polícia”, lamentou o mestre Bié.

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Festival da Lagosta de Maragogi é divulgado no interior de São Paulo
   Severino  Carvalho  │     16 de agosto de 2014   │     12:19  │  0

As delícias do Festival da Lagosta de Maragogi apresentadas em São Paulo (Foto: Divulgação)

As delícias do Festival da Lagosta de Maragogi apresentadas em São Paulo (Foto: Divulgação)

A Secretaria Municipal de Turismo aproveita a realização da 18ª edição da Avirrp, feira de negócios realizada pela Associação das Agências de Viagem de Ribeirão Preto e Região, para divulgar, no interior de São Paulo, o 5º Festival da Lagosta de Maragogi.

O evento, aberto na sexta-feira (15), movimenta toda a estrutura turística e econômica da cidade paulista e gera inúmeras oportunidades de negócios entre expositores, agentes de viagem e profissionais diretos e indiretos do turismo nacional e internacional.

Para a secretária municipal de Turismo de Maragogi, Mariana Gorenstein, participar da Avirrp é uma oportunidade de divulgar o destino e um dos seus principais produtos, o Festival da Lagosta, que será realizado de 3 a 30 de setembro.

“Ribeirão Preto e região são importantes polos emissores de turistas para Maragogi e toda a Costa dos Corais, por isso a importância de divulgarmos o produto Festival da Lagosta e o destino Maragogi”, enfatizou Mariana Gorenstein.

Considerada a maior e mais importante feira de turismo do interior brasileiro, a 18ª Avirrp acontece no Centro de Eventos Taiwan, em Ribeirão Preto (SP), nos dias 15 e 16 de agosto. No ano passado, o evento recebeu cerca de sete mil visitantes.

Maragogi participa da feira integrada ao estande da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), que contará também com a presença do Costa dos Corais Convention & Visitors Bureau (CCVB).

Festival da Lagosta

Em sua 5ª edição, o Festival da Lagosta movimentará a rede hoteleira e de restaurantes da Costa dos Corais alagoana durante todo o mês de setembro. O objetivo é gerar fluxo turístico e consolidar a gastronomia como atrativo.

O Festival da Lagosta de Maragogi é uma realização da prefeitura municipal, através da Secretaria de Turismo e do CCVB. Nesta edição, participam 14 estabelecimentos, entre hotéis, pousadas e restaurantes de Maragogi.

O evento gastronômico vai durar praticamente um mês inteiro. De 3 a 30 de setembro. Nos cinco primeiros dias, os participantes poderão, além de saborear as delícias do festival, conferir a rica programação cultural que contará com artistas da terra e do cenário nacional.

As apresentações acontecem na Arena Gastronômica, na Praça de Eventos, onde os visitantes – sejam hóspedes ou não – poderão provar dos pratos à base de lagosta desenvolvidos pelos chefs especialmente para o festival.

 

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Caldeirão do Huck vai construir sede da Associação Peixe-Boi
   Severino  Carvalho  │     13 de agosto de 2014   │     11:31  │  12

Luciano Huck, durante visita a Porto de Pedras (Fotos: Associação Peixe-Boi)

Luciano Huck, durante visita a Porto de Pedras (Foto: Associação Peixe-Boi)

A Associação Peixe-Boi de Condutores, que atua com o turismo de observação do mamífero aquático em Porto de Pedras, recebeu, na terça-feira (12), uma visita ilustre: o apresentador global Luciano Huck. Segundo a presidente da entidade, Flávia Rêgo, foi uma visita surpresa e que serviu para anunciar que o programa vai construir a tão sonhada sede da instituição.

“Uma amiga nossa da Fundação SOS Mata Atlântica nos inscreveu num novo quadro do programa Caldeirão do Huck, chamado “Todos por Um”, e fomos contemplados. Estamos muito felizes pela conquista do grupo e agradecidos pela inscrição. Foi realmente uma surpresa”, afirmou Flávia Rêgo.

Segundo ela, o apresentador fez as gravações iniciais e já retornou ao Rio de Janeiro. Ele retornará a Porto de Pedras dentro de 20 dias, para entregar a sede já construída e finalizar as gravações. “Nós iniciamos a construção, mas por falta de recursos financeiros não conseguimos concluir a obra”, lembrou a presidente.

O apresentador global circulou pelas ruas de Porto de Pedras com um megafone e sobre um veículo do tipo Buggy, atraindo a curiosidade de fãs e muitos populares. “Porto de Pedras. Costa dos Corais. Hoje à tarde. Salve, Alagoas. Que lugar lindo”, escreveu Huck, por meio de sua conta no Twitter.

Apresentador exaltou as belezas naturais da Costa dos Corais em seu Twitter

Apresentador exaltou as belezas naturais da Costa dos Corais em rede social

A Associação Peixe-Boi existe há cinco anos e congrega 53 moradores ribeirinhos que oferecem passeios diários de jangada pelo Rio Tatuamunha cuja principal atração é o turismo de observação deste mamífero aquático ameaçado de extinção.

Por estar inserida na Unidade de Conservação (UC) federal (APA Costa dos Corais), a atividade é regrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Centro de Mamíferos Aquáticos (CMA).

 

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