Monthly Archives: outubro 2013

Naufrágios atraem mergulhadores ao mar de Maragogi
   Severino  Carvalho  │     30 de outubro de 2013   │     17:11  │  1

Mergulho em "O pescador", naufrágio descoberto em 2009 no mar de Barra Grande, Maragogi

Mergulho em “O pescador”, naufrágio descoberto em 2009 no mar de Barra Grande, Maragogi (Fotos: Maragogi Divers)

O mergulho autônomo credenciado é feito por pessoas que já foram capacitadas; passaram por curso de formação. Em Maragogi, essa modalidade é praticada em locais chamados de “cabeços” – formações rochosas – ou em naufrágios, a profundidades que variam de 12 m a 35 metros.

Murilo encara o mero fotografado no naufrágio "O pescador" (Foto: Carlos Rosa)

Murilo encara o mero fotografado no naufrágio “O pescador” (Foto: Carlos Rosa)

Murilo Loureiro, com 35 anos de idade, mergulha desde criança. Como instrutor, já fez imersões nos mares do Recife e de Fernando de Noronha. Em 2009, ele e sua equipe de mergulhadores da Maragogi

Divers descobriram, durante um despretensioso mergulho, o naufrágio de um rebocador, batizado de “O pescador”, situado a 32 metros de profundidade, a nove quilômetros da costa de Barra Grande.

“Trata-se de um barco de ferro, tipo rebocador, que se encontra todo inteiro. Em volta e dentro dele, há uma grande quantidade de vida marinha. É lá que podemos encontrar, quase sempre, um mero de aproximadamente dois metros de comprimento, que deve pesar uns 250 quilos. O peixe é raro e está na lista dos animais em extinção”, conta Murilo.

“O pescador” está a 32 metros de profundidade e a 9 km da costa

“O pescador” está a 32 metros de profundidade e a 9 km da costa de Barra Grande

As operadoras de mergulho de Maragogi oferecem saídas para naufrágios que custam em torno de R$ 250. Além de “O pescador”, as águas do segundo polo turístico de Alagoas guardam outro naufrágio, o Trafalgar, uma embarcação que foi a pique em 1904, localizado a quatro quilômetros da costa de São Bento, a 12 metros de profundidade.

“A embarcação está bem destroçada, mas mesmo assim ainda conserva muita vida marinha”, revelou Murilo.

No site “Naufrágios do Brasil” (www.naufragiosdobrasil.com.br) existe ainda o registro do naufrágio da embarcação denominada “Camila”, datado de 1850, na costa de Barra Grande. “Esse naufrágio nunca foi encontrado, quem me dera um dia topar com ele”, disse Murilo, que classifica a prática do mergulho como uma terapia. “Volto renovado”.

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Os encantos subaquáticos de Maragogi
   Severino  Carvalho  │     29 de outubro de 2013   │     18:08  │  0

Cerca de 300 pessoas praticam o mergulho autônomo nas águas de Maragogi na alta estação (Foto: Oceano Mar)

Cerca de 300 pessoas praticam, diariamente, o mergulho autônomo nas águas de Maragogi na alta estação (Foto: Oceano Mar)

Se o cenário paisagístico de Maragogi já é de tirar o fôlego, as águas oceânicas e translúcidas da costa setentrional alagoana escondem um mundo submerso rico em beleza e vida.

A cada temporada, mais e mais turistas desembarcam, aos cardumes, no segundo maior polo hoteleiro do Estado a fim de desvendar os mistérios marinhos por meio do mergulho autônomo.

Empresas especializadas, instaladas ao longo da avenida Senador Rui Palmeira (beira-mar), oferecem o serviço que pode ser contratado e usufruído até por quem não sabe nadar. A Gazeta submergiu neste “planeta água” para trazer à tona os encantos subaquáticos de Maragogi.

Segundo a Associação de Empresas de Mergulho de Maragogi, cerca de 300 pessoas praticam o mergulho autônomo diariamente durante a alta estação turística, conforme dados coletados junto às quatro operadoras credenciadas existentes no município e que integram a entidade.

“Muita gente hoje faz o passeio às piscinas naturais de Maragogi só para fazer o mergulho. A modalidade batismo, para
iniciantes, é uma das mais procuradas”, revela o presidente da associação e instrutor de mergulho, Murilo Loureiro, 35 anos.

O discovery, ou mergulho conduzido, pode ser feito por pessoas a partir de 10 anos de idade, explica o instrutor Ivam Merino. Não é necessário saber nadar para praticá-lo. Durante todo o percurso, o praticante é conduzido por um mergulhador profissional (divemaster) ou instrutor que guia o iniciante por entre os pontos submersos de visitação. Dura entre 15 e 20 minutos.

O mergulho conduzido é feito nas piscinas naturais de Maragogi, a cerca de 6 km da costa e a uma profundidade de
dois a cinco metros. Essas formações recifais integram o rico ecossistema da Área de Preservação Ambiental (APA) Costa dos Corais, a maior unidade de conservação marinha do País, cujas atividades de exploração turística são regradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Em toda a APA vivem 185 espécies de peixes registradas e cinco das 15 linhagens endêmicas de corais existentes no Brasil. Debaixo d’água, é possível visualizar cardumes inteiros, num bailado aquático simétrico e multicolorido. Os peixes parecem não se incomodar com a presença humana e chegam a arrostar o intruso.

APA Costa dos Corais reúne grande quantidade de espécies de peixes e corais (Mércio Lima)

APA Costa dos Corais reúne grande quantidade de espécies de peixes e corais (Mércio Lima)

São saberés, bodiões, cancans. Outros menores, de coloração escurecida, chamados de “viuvinhas”, mordiscam algas marinhas incrustadas nos corais, enquanto uma moreia solitária – com cara de poucos amigos – vigia a entrada de uma pequena caverna.

“A gente chama o mergulho conduzido de discovery, que significa descobrimento. Qualquer pessoa pode fazê-lo, desde
que não tenha problemas cardíacos, respiratórios. E não é preciso saber nadar”, explica Merino. Pacotes são oferecidos entre R$ 70 e R$ 100. Como brinde, recebe-se um CD com o registro fotográfico da aventura.

Há também a modalidade conhecida como “batismo”, destinada a pessoas que nunca fizeram o mergulho autônomo, mas sabem nadar. Neste tipo, o aspirante passa por uma aula mais intensa, antes de cair na água. Submerso, ele se movimenta sozinho, com o auxílio de nadadeiras. Estão inclusos todos os equipamentos de respiração autônoma, além da condução até o local do mergulho. Valor: R$ 200.

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“Maragogi, bonita até debaixo d’água”
   Severino  Carvalho  │     28 de outubro de 2013   │     12:08  │  2

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Reuni coragem e fiz o mergulho autônomo contemplativo nas piscinas naturais de Maragogi, um mundo fantástico e cheio de vida ao nosso alcance (Fotos: Mércio Lima)

A semana que passou foi de descobrimentos. Mesmo morando em Maragogi há quase dez anos, nunca reuni coragem para fazer o mergulho autônomo, aquele praticado com equipamentos de respiração. A convite do instrutor Ivam Merino, da Explorer Diving Adventure, operadora que presta serviço ao resort Salinas do Maragogi, vivenciei a experiência de conhecer um outro mundo, cheio de vida e ao nosso alcance.

O convite, na verdade, foi para acompanhar a realização do sonho de mergulhar do pequeno Gustavo Gomes da Silva Lopes, 10 anos, que luta contra um câncer de pulmão desde o seu segundo ano de vida.

O jornalismo – mais uma vez – me permitiu conhecer pessoas e histórias fantásticas de superação e amor à vida; a entrega de uma mãe e o compromisso social e humano de uma enfermeira que se veste de fada para espalhar bondade no mundo nada encantado em que vivemos.

Pude também acompanhar o mergulho noturno feito pelo pessoal da operadora Oceano Mar, dirigida pelo atencioso instrutor Paulo Florido Filho. Mesmo com certo receio, submergi a 6 km da costa, a uma profundidade de quase 10 metros, munido dos equipamentos de respiração, uma lanterna e muita coragem. Talvez pela tensão do primeiro mergulho às escuras, não vi muita coisa, mas valeu a pena, pretendo voltar.

O valente e alegre Gustavo realizou o sonho de mergulhar nas piscinas naturais de Maragogi

O valente Gustavo realizou o sonho de mergulhar nas piscinas naturais de Maragogi. Eu (D) o acompanhei nesta aventura marinha

Esta semana, aproveitarei este espaço para reproduzir – dividida em posts – a reportagem especial “Encantos subaquáticos de Maragogi”, publicada na edição de domingo (27) da Gazeta de Alagoas.

Depois dos mergulhos, entendo o título de uma reportagem feita, anos atrás, pelo amigo jornalista Waldson Costa: “Maragogi, bonita até debaixo d’água”.

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O charme reconhecido da Pousada Camurim Grande
   Severino  Carvalho  │     22 de outubro de 2013   │     19:49  │  0

A Pousada Camurim Grande, em Maragogi, Litoral Norte alagoano, passa a integrar um seleto grupo de empreendimentos hoteleiros espalhados pelo Brasil que prima pela excelência no atendimento personalizado e no conforto das instalações oferecidas aos hóspedes. Refiro-me à Associação Roteiros de Charme.

No dia 10 de novembro, o casal Marcelo e Cristiana Lacerda, donos da Camurim Grande – viaja a Teresópolis (RJ) onde participa da assembléia-geral da associação. Na oportunidade, eles serão apresentados ao trade e receberão, oficialmente, o credenciamento da pousada.

“Trata-se da realização de um sonho nosso. Desde a criação da pousada sonhávamos com isso. Até então, em Alagoas, apenas a Pousada do Toque (São Miguel dos Milagres) integrava o Roteiro de Charme. Agora, a Camurim Grande faz parte deste seleto grupo, levando o nome de Maragogi ainda mais longe”, comemora Marcelo Lacerda.

A Associação de Hotéis Roteiros de Charme congrega atualmente 59 hotéis, pousadas e refúgios ecológicos situados, de Norte ao Sul do Brasil, em 16 estados e 51 destinos turísticos.

Fundada em 1992 como entidade privada sem fins lucrativos, seus membros são  selecionados anualmente pela variedade de suas características e personalidades independentes, segundo rígidos critérios quanto ao conforto, qualidade de serviços e responsabilidade sócio-ambiental,  sempre de forma economicamente viável e sustentável.

“Com o credenciamento, a responsabilidade aumenta. Faremos um esforço ainda maior para continuarmos credenciados, mantendo a qualidade de nossos serviços, a preservação da natureza, o respeito ao meio ambiente”, destacou Lacerda.

O Guia 2014 – Roteiros de Charme será lançado no dia 10 de novembro com a inclusão de cinco novos empreendimentos, dentre os quais a Camurim Grande. A solenidade acontece no Hotel Rosa dos Ventos, em Teresópolis, Rio de Janeiro.

 A Pousada Camurim Grande possui 21 unidade habitacionais, entre apartamentos, chalés e bangalôs; restaurante, piscina com borda infinita, além de diversos outros serviços. Mais informações sobre a pousada nos links:

http://blogsdagazetaweb.com.br/costadoscorais/?p=217

www.camurimgrande.com.br

 

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O Risoto Tropical da chef Ana Érica
   Severino  Carvalho  │     15 de outubro de 2013   │     12:38  │  1

O Risoto Tropical da Pousada Encontro das Águas (Fotos: Carlos Rosa)

O Risoto Tropical da Pousada Encontro das Águas (Fotos: Carlos Rosa)

Os 14 restaurantes que vão participar da 4ª edição do Festival Gastronômico da Lagosta de Maragogi e Japaratinga finalizaram a elaboração dos pratos desenvolvidos especialmente para o evento que acontece de 9 a 17 de novembro.

O blog foi conferir o que a chef Ana Érica Figueiredo, 34 anos, da Pousada Encontro das Águas, desenvolveu para o festival: o “Risoto Tropical”. À base de lagosta, o prato combina a tenra e saborosa carne do crustáceo com toques tropicais do abacaxi e da manga.

“O risoto é feito com o leite de coco, açafrão, lagosta, as frutas, arroz e batatas salteadas na manteiga com ervas finas. Acho que nossos clientes vão gostar”, detalhou a chef, que se sente gratificada em participar do festival, uma maneira de divulgar seus dotes culinários, enfatizou.

O prato serve duas pessoas e deve ser vendido durante o festival por R$ 50. A Encontro das Águas é uma aprazível pousada instalada há sete anos bem na divisa de Alagoas com Pernambuco, na foz do Rio Persinunga, praia de Peroba, em Maragogi. São 45 apartamentos disponíveis; academia, piscinas e uma ampla área verde.

Mais informações sobre a pousada no site: www.praiaencontrodasaguas.com.br

Arena

Ana Érica apresenta o Risoto Tropical

Ana Érica apresenta o Risoto Tropical

A novidade desta 4ª edição do Festival da Lagosta de Maragogi e Japaratinga será a Arena Gastronômica, um espaço onde vão ocorrer apresentações culturais, shows musicais e aulas-show com chefs renomados da gastronomia alagoana.

Dotada de uma área com 500 metros quadrados, a arena coberta será montada na Praça de Eventos, orla marítima de Maragogi.

“No dia 9 de novembro teremos a abertura oficial com o show musical de uma artista de renome nacional. No dia 10, a arena será aberta para apresentações culturais e folclóricas, venda de artesanato e dos pratos comercializados durante o festival”, detalhou a secretária municipal de Turismo de Maragogi, Mariana Gorenstein.

O Festival Gastronômico da Lagosta é uma realização das prefeituras de Maragogi e Japaratinga e Costa dos Corais Convention & Visitors Bureau (CVB), com o apoio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e Programa de Arranjos Produtivos Locais (PAPL) Costa dos Corais.

Nesta edição, 14 restaurantes (9 de Maragogi e 5 de Japaratinga) participam do festival:

Maragogi 

  • Hotel Areias Belas
  • Comedoria Marítima
  • Pousada Barra Velha
  • Restaurante Burgalhau
  • Hotel Praia Dourada
  • Pousada Camurim Grande
  • Pousada Costeira da Barra
  • Restaurante Pontal do Maragogi
  • Pousada Encontro das Águas

Japaratinga

  • Companhia da Lagosta
  • Pousada Caiuia
  • Pousada Paraíso dos Coqueirais
  • Restaurante O Lagostão
  • Bitingui Praia Hotel

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