Monthly Archives: maio 2013

No mar, o Festival de Velas de Maragogi
   Severino  Carvalho  │     31 de maio de 2013   │     18:51  │  0

Cerca de 40 competidores devem participam do Festival de Velas de Maragogi (Foto: Carlos Rosa)

Regatas da classe Fórmula Experience One Design (FEOD) abriram o 8º Campeonato Brasileiro de Windsurf, que integra a 5ª edição do Festival de Velas de Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas. Cerca de 40 velejadores participam da competição em diversas categorias. Este é terceiro grande evento esportivo da classe FEOD realizado em Alagoas nos últimos cinco anos, dois deles em Maragogi.

O município da Costa dos Corais possui uma das melhores raias do País na avaliação dos atletas. “Tivemos em Maragogi o Sulamericano em 2009 e agora o Brasileiro. Se você pegar um País como o Brasil que tem mais de 8 mil quilômetros de litoral, receber dois grandes eventos no mesmo local tem uma razão de ser e essa razão é, além da hospitalidade, condições muito favoráveis para a prática do esporte. A gente tem água quente, mar calmo, vento constante a maior parte do ano e ideal em intensidade para a prática”, destacou Marcelo Morrone, 42 anos, campeão mundial no ano passado da classe FEOD e bicampeão brasileiro (2009 / 11).

Aberto na sexta-feira, o 5º Festival de Velas de Maragogi (Campeonato Brasileiro de Windsurf) segue até domingo e conta com o apoio da prefeitura municipal. A partida inicial aconteceu na praia urbana da cidade, em frente à Pousada Olho D’água. Para a campeã mundial 2012, Bruna Martinelli, competir em Maragogi traz boas recordações.

“O primeiro campeonato sulamericano que ganhei foi aqui em Maragogi, em 2009. É um lugar bom, a raia aqui é perto, o lugar é muito bonito. Essa semana foi sem muito vento, veio essa chuva hoje (ontem), mas espero que as condições melhorem para os próximos dias”, declarou Bruna.

Programação

Estão previstas para, esta sexta-feira, as regatas de windsurf e kitesurf. Serão disponibilizadas pranchas de stand-up para turistas, visitantes de outras cidades e comunidade local. A partir das 19 horas, na Praça Santo Antônio, acontece a abertura da “Quinzena Cultural”, promovida pela Secretaria de Cultura, em parceria com a secretaria de Turismo. Haverá ainda feira de artesanato e de comidas típicas.  Para encerrar a noite, show com Januário Neto (MPB).

Neste sábado, serão promovidas as competições oficiais de stand-up, regatas de windsurf e kitesurf. No domingo, retorno às baterias de windsurfing e kitesurf, além de regata especial para jangadeiros de Maragogi. A entrega dos troféus e prêmios encerra o festival, que reúne competidores de diversas faixas etárias. “Temos aqui uma mistura de gerações e isso é muito interessante. Tem o pessoal acima de 35 anos, que está correndo na categoria máster, que disputa conjuntamente com os garotos de 18, 19 anos”, finalizou Morrone.

Tags:,

>Link  

Porto Calvo quer entrar na rota do turismo da Costa dos Corais
   Severino  Carvalho  │     30 de maio de 2013   │     19:06  │  1

Dando sequência à reportagem especial sobre o passeio no rio Manguaba, publicada na edição de domingo (26 de maio) da Gazeta de Alagoas, segue mais um post.

Sem mar, mas com muita história pra contar

Expedição foi realizada para colher dados técnicos (Foto: Carlos Rosa)

Expedição foi realizada para colher dados técnicos (Foto: Carlos Rosa)

Apesar de não possuir litoral, Porto Calvo integra a região turística da Costa dos Corais alagoana justamente por causa da restinga do Rio Manguaba. Sem o mar para oferecer, porém, a cidade fica relegada, é apenas passagem para turistas a caminho do segundo maior polo hoteleiro do Estado: Maragogi.

Porto Calvo não deseja, entretanto, ser vislumbrada apenas pelo retrovisor dos veículos que trafegam pela AL-105 em direção ao litoral; quer usufruir do movimento turístico que já existe na região, atraindo visitantes com sua rica história da época do Brasil colônia que passa, necessariamente, pelas águas do Manguaba, por onde escorria a produção açucareira da época, os víveres e as armas empunhadas nas refregas entre os exércitos luso-espanhol e holandês.

Na quarta-feira (15 de maio), o diretor municipal de Cultura, Adelmo Monteiro, fez uma incursão técnica pelas águas do Manguaba, saindo do porto do Varadouro até a foz, em Porto de Pedras. Em um bote de alumínio a motor, esteve acompanhado do hoteleiro Ronaldo Uchoa, interessado em investir na formatação e exploração do roteiro turístico. A Gazeta acompanhou a expedição.

“Com esse passeio queremos trazer turistas para visitar uma das primeiras povoações de Alagoas que foi Porto Calvo e, com isso, mostrar a rica história de nosso povo. Temos Calabar (Domingos Fernandes Calabar) que, de traidor pela história oficial por ter preferido lutar ao lado dos holandeses, passou a ser considerado um herói nacional. Desejamos trazer à tona toda essa rica história de Porto Calvo”, propõe o diretor de Cultura.

O passeio pelo Manguaba já é feito pelos moradores de Porto Calvo, mas ainda não foi explorado comercialmente como atrativo turístico. Os nativos alugam jangadas e barcos a motor e descem o rio, sobretudo aos sábados, domingos e feriados, numa viagem recreativa. O pescador Gilvan dos Santos oferece o serviço por R$ 150. Em sua embarcação a motor, cabem oito pessoas. “Chego a fazer três viagens por semana. A turma leva churrasqueira aqui em cima, bebidas e a gente sai por aí”, conta.

Partindo de Porto de Pedras, algumas empresas já exploram o passeio turístico em caiaques e jangadas. Segundo Monteiro, o projeto é profissionalizar o serviço, que seria ofertado também a partir de Porto Calvo, integrando os dois municípios. “É um sonho não só do Adelmo, mas de todo portocalvense, que haja um intercâmbio turístico entre Porto de Pedras e Porto Calvo, via rio Manguaba. Esse sonho vem de muito tempo e vamos tocar em frente, torná-lo uma realidade”, aposta.

Monteiro recorda que não houve um cuidado maior das autoridades para com o patrimônio histórico de Porto Calvo. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 17 de janeiro de 1955, a Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, construída em 1610, é uma das poucas referências arquitetônicas que restaram daquela época na terra do controvertido herói nacional, Domingos Fernandes Calabar

Museu

Relíquias guardadas por Adelmo vão compor museu (Foto: Waldson Costa)

Relíquias guardadas por Adelmo vão compor museu (Foto: Waldson Costa)

Outro projeto do diretor municipal de Cultura, Adelmo Monteiro, é a instalação de um museu em Porto Calvo. Ele possui dezenas de objetos encontrados por populares durante escavações aleatórias, relacionadas à construção civil, ou mesmo dentro do leito do Manguaba. São 27 balas de canhão da época em que os exércitos luso-espanhol e holandês disputavam, em longas e sangrentas escaramuças, o domínio de Porto Calvo, além de uma infinidade de outras relíquias como moedas antigas e talheres.

“Queremos resgatar um Porto Calvo que só existe hoje em fotografias. Tive o cuidado de guardar as balas de canhão que foram do século 17. Tudo será exposto no museu que também receberá outras doações”, revela Monteiro.

Porto Calvo foi edificada no alto, sobre morros, fundada em 1590 pelo sesmeiro ítalo-alemão Christopher Linz. Era o segundo núcleo de povoamento colonial do espaço geográfico do que viria a ser Alagoas; o primeiro foi Penedo (1570 a 1575).

Em 2011, a gestão municipal anterior deu início à construção do Memorial Calabar, um conjunto de cenários e esculturas que retratam a prisão e execução sumária do herói, determinadas por Matias de Albuquerque, governador da Capitania de Pernambuco.

Calabar teve uma morte violenta: foi estrangulado por meio de garroteamento e, em seguida, esquartejado. Partes do corpo foram espalhadas pela vila e a cabeça fincada na paliçada do Alto da Forca.

O diretor de Cultura afirmou que pretende finalizar o projeto para que também sirva de atrativo turístico. “Foi um grande passo dado pelo gestor passado e isso beneficiou Porto Calvo, realmente. Acredito que deve haver um melhoramento”, ponderou Monteiro.

As esculturas foram desenvolvidas pelo artista plástico Manoel Claudino da Silva, pernambucano de Pesqueira e estão instaladas no Alto da Forca, próximo do Hospital Municipal; na praça e no porto do Varadouro, que foi revitalizado. Mas, algumas esculturas estão inacabadas e outras, pichadas pelos vândalos.

Aprovação

Memorial Calabar, no Alto da Forca (Carlos Rosa)

Memorial Calabar, no Alto da Forca (Carlos Rosa)

Convidado pela prefeitura de Porto Calvo a avaliar o potencial turístico do passeio pelo rio Manguaba, o empresário Ronaldo Uchoa gostou do que viu. Ele acredita na viabilidade de se montar um roteiro de visitação a partir de Porto Calvo até Porto de Pedras, mas também fez algumas ressalvas.

“Eu acho viável, agora nós temos alguns problemas, um deles é a distância. Existe também uma possibilidade de se fazer dois receptivos: um em Porto Calvo e outro em Porto de Pedras para que o turista possa vir, fazer o passeio e daqui de Porto de Pedras regressar ao seu destino. Vamos estudar essa possibilidade”, declarou Uchoa.

O empresário enalteceu o bucolismo do passeio e chegou a comparar alguns trechos da região ao Pantanal mato-grossense, em função da enorme quantidade de água ali existente. “Um dos pontos fortes é a natureza! Hoje em dia, o turista está querendo este tipo de atrativo, coisas diferentes. Por isso, acho que vale a pena o passeio, como também explorar os atrativos da cidade de Porto Calvo e de Porto de Pedras que têm muito a oferecer”.

O empresário informou ainda que vai elaborar um relatório sobre a inspeção feita durante o percurso e entregá-lo ao prefeito de Porto Calvo, Ormindo Uchoa, apontando as características favoráveis e desfavoráveis do passeio, bem como o tipo de embarcação que deve ser empregada no transporte dos turistas.

“É preciso estudar o tipo de embarcação a ser empregado porque existem vários obstáculos dentro do rio que precisam ser observados. Não podemos botar qualquer tipo de embarcação ali para não pôr em risco a vida dos turistas. O ideal são dois catamarãs com 25 lugares cada um”, propõe.

Tags:, , ,

>Link  

Rio Manguaba, no leito da história
   Severino  Carvalho  │     27 de maio de 2013   │     18:54  │  4

Na edição de domingo (26), a Gazeta de Alagoas publicou, no caderno de Municípios, reportagem assinada por este blogueiro sobre o projeto da Diretoria de Cultura de Porto Calvo que deseja transformar o passeio de barco no rio Manguaba em roteiro turístico. Reproduzo aqui o relato da incursão de 42 km que  fizemos do porto do Varadouro à foz do Manguaba, em Porto de Pedras. Boa viagem, quer dizer, boa leitura!

O passeio

Embarque acontece no porto do Varadouro,onde foi instalado o Memorial Calabar (Fotos Carlos Rosa)

Embarque acontece no porto do Varadouro, onde foi instalado o Memorial Calabar (Fotos Carlos Rosa)

Em Formação de Alagoas Boreal, o antropólogo alagoano Dirceu Lindoso revela que para se conhecer uma das linhas de colonização de Alagoas é importante uma subida do Rio Manguaba, a partir de Porto de Pedras, até o Varadouro, em Porto Calvo, ao Norte do Estado.

A Gazeta seguiu o rumo inverso. A convite do diretor municipal de Cultura, Adelmo Monteiro, e na companhia do hoteleiro Ronaldo Uchoa, descemos o rio num pequeno bote a motor de 6,5 HP pilotado pelo pescador Gilvan dos Santos. O objetivo da incursão – informou Monteiro: levantar dados técnicos para viabilizar um roteiro turístico pelas águas do histórico Manguaba.

Embarcamos às 9h45 no porto do Varadouro, onde esculturas lembram a gênese lendária da povoação personificada na figura do “Velho Calvo” e no movimento frenético de entrada e saída de mercadorias que ocorreria a partir das últimas décadas do século 16, quando os irmãos Christopher e Sibald Linz deram início à colonização da região.

Bote de alumínio nos levou pelas águas do misterioso e histórico Manguaba

Bote de alumínio nos levou pelas águas do misterioso e histórico Manguaba

Na manhã de quarta-feira (15 de maio) caía uma chuva miúda, quando seu Gilvan esticou a corda e deu a partida no motor. “Em quilômetros eu não sei, mas são duas horas de relógio até a boca do rio”, informava o pescador, ao ser indagado por Uchoa sobre a distância entre o porto do Varadouro e a foz do Manguaba, em Porto de Pedras.

Seriam 42 km singrando águas turvas e profundas, numa viagem não só de recreio ou de matar saudades – como bem descreveu Lindoso  – mas viagem histórica, de aprendizagem ao vivo dos engenhos de açúcar que colonizaram a Alagoas Boreal.

Em suas margens, ficavam estrategicamente postados dez engenhos de cana-de-açúcar e pelos seus afluentes, outros mais. “A localização de Porto Calvo como polo de colonização foi um ato de estratégia política do sesmeiro Christopher Linz ou um ato de estratégia política do donatário que lhe doou a sesmaria (…) E de estratégia econômica: as facilidades dos transportes dos açúcares pelos rios menores – Mocaitá, Comandatuba, o Grapiúna, o Carão – uns levando os carregos diretamente ao Manguaba, e os dois últimos às praias do Bitingui, do Japaratuba e do São Bento”, descreve Lindoso.

Engenho Estaleiro: bueiro resistiu ao tempo

A produção açucareira naqueles moldes cessou, mas as propriedades rurais são denominadas ainda hoje de engenhos ao invés de fazendas ou sítios. Um deles é o Estaleiro. A estrutura onde o engenho a vapor funcionava desabou recentemente sobre o que restou do maquinário de fabricação inglesa. Os engenhos a vapor integraram a última fase dos banguês, que precederam a usinização da produção açucareira.

Em frangalhos, o bueiro (chaminé) resistiu como símbolo daquela época áurea e ainda pode ser avistado do leito do rio, durante o passeio de barco. A viagem segue pelas águas que, nesta época do ano, ficam barrentas em função das chuvas. A região do Manguaba tem índices pluviométricos entre 750 mm e 1400 mm, sendo os meses de maio a setembro e de outubro a abril, respectivamente, os períodos de chuva e estiagem.

O barquinho passa pelo localidade conhecida com Lamarão. Ali, segundo Monteiro, uma barcaça que fazia o transporte do açúcar, entre Porto Calvo e Porto de Pedras, foi a pique. “Dizem os mais velhos que em períodos de estiagem ainda é possível ver parte da embarcação que naufragou. Meu desejo é fazer uma sondagem aqui, com mergulhadores profissionais, para ver o que encontramos”, relata o diretor de Cultura.

À margem esquerda, surge o povoado de Caxangá, um dos maiores de Porto Calvo. “O curioso são os traços físicos dos moradores do Caxangá. São indivíduos altos, loiros e de olhos azuis, descendentes dos holandeses que aqui estiveram a partir do século 16”, cita Monteiro.

Numa velocidade de aproximadamente sete nós, o barquinho nos leva por entre baronesas de flores azuis, também conhecidas como damas-de-lago. Nas margens, frondosas ingazeiras e canoés deitam sombras sobre as misteriosas águas do rio.

Pescadora prepara rede para lançar (Severino Carvalho)

A chuva cessa e os raios solares lançam luzes que aumentam o contraste das cores, valorizando infinitos tons de verde. Fragmentos de mata atlântica nos topos dos morros emolduram o cenário, cintados por plantações de cana-de-açúcar, nos sopés. Um pássaro nos acompanha e se apresenta em acrobacias, dando rasantes, flanando. Um peixe enorme salta a nossos olhos. Exibe-se.

Mais e mais comunidades ribeirinhas brotam pelo caminho. Avistam-se grupos de lavadeiras, pescadores, vaqueiros a tanger o gado. Outros madornam à margem, em barracas. A vida passa devagar por estas paragens, assim como o rio que, em certos trechos, se entrega ao remanso e, mais à frente, se faz avexado.

À medida que a foz se aproxima, o Manguaba vai ganhando corpo e as margens vão se afastando cada vez mais, ofertando passagem ao mundaréu de água em borbotões, ao encontro do mar. Entre Porto de Pedras e Japaratinga, o solitário pescador Samuel Galdino dos Santos, 45, captura siris, bagres e carapebas.

Do rio, ele tira o sustento da família em três, quatro incursões semanais, sobre a canoa. “Isso aqui (o rio) pra mim é tudo; é a minha sobrevivência”, resume o pescador. O trajeto de 42 km foi percorrido em duas horas e quarenta minutos. Chegamos à boca do rio às 12h25 e ficamos por ali, apreciando a paisagem.

As lavadeiras do Manguaba

A foz do Manguaba é um deslumbre, sobretudo ao entardecer. A luz branda do astro-rei se escondendo no horizonte, por trás da linha do coqueiral, lança tintas na tela celeste, refletidas nas águas do rio. Imponente, lá do alto, o farol da Marinha acompanha tudo, como um atalaia empedernido.

O Mamanguaba – nome que lhe botaram no passado os índios de língua tupi, é o mesmo Manguaba – corruptela da palavra abreviada pelos colonos – que continua a encantar nativos e turistas que visitam a Costa dos Corais.

Pescador 2

Pescador exibe siri tirado do Manguaba, nas proximidades da foz

 

Tags:, ,

>Link  

Maragogi recebe o Campeonato Brasileiro de Windsurf
   Severino  Carvalho  │     24 de maio de 2013   │     21:18  │  0

Maragogi tem raia perfeira para a prática do Windsuf (Foto: Carlos Rosa)

Mar de Maragogi reúne condições perfeitas para a prática do Windsurf (Foto: Carlos Rosa)

Entre os dias  30 e 31 de maio e 01 e 02 de junho, Maragogi vai se transformar na capital nacional do windsurf. O mar do segundo destino turístico mais procurado de Alagoas sediará a 5ª edição do Festival de Velas (Campeonato Brasileiro de Windsurf).  

A partida inicial será na Praia de Maragogi, em frente à Pousada Olho D’Água. Os velejadores deverão se inscrever preenchendo o formulário de inscrição que terá de ser entregue na secretaria do evento até às 10 horas do dia 30. Haverá provas festivas também para as classes convidadas: Rio e Fórmula Windsurfing. O evento conta com o patrocínio da prefeitura de Maragogi.

Para Marcelo Lacerda, uma dos organizadores da competição, o Festival de Velas deve elevar a taxa de ocupação dos leitos de estabelecimentos hoteleiros situados em Maragogi.  

“Geralmente, quando organizamos esse campeonato, os hotéis e pousadas aumentam a ocupação, os restaurantes também têm o fluxo diferenciado e ainda os turistas passeiam pelos pontos turísticos de Maragogi: vão conhecer os municípios do Litoral. Os velejadores chegam aqui e ficam encantados com as maravilhas de Maragogi”, disse Lacerda.

Confira a programação

  • 30/05 (quinta-feira) – Abertura oficial com coquetel e atração na arena do festival, em frente à Pousada Mariluz, às 19h30.
  • 31/05 (sexta-feira) – A partir das 8 horas, realização das regatas de Windsurf e Kitesurf. Na oportunidade serão disponibilizadas pranchas de Stand-up para turistas, visitantes de outras cidades e comunidade local. A partir das 19 horas, na Praça Santo Antônio, acontece a abertura da Quinzena Cultural promovida pela Secretaria de Cultura em parceria com a secretaria de Turismo, com apresentação do samba de matuto, participação do humorista alagoano Ronaldo Freire e show de humor Galego da Pindoba Grande. Haverá ainda feira de artesanato e de comidas típicas.  Para encerrar a noite, show com Januário Neto (MPB).
  • 01/06 (sábado) – Competição oficial de Stand-up, regatas de Windsurf e Kitesurf.
  • 02/06 (domingo) – Retorno às baterias de Windsurfing e Kitesurf e regata especial de Jangadeiros de Maragogi. A entrega dos troféus e prêmios encerra o festival.

 Mais informações nos sites www.katanka.com.br ou www.abws.org.br

Tags:,

>Link  

Hotéis e pousadas com boa ocupação no feriado de Corpus Christi
   Severino  Carvalho  │     21 de maio de 2013   │     15:53  │  0

Praia de Japaratinga, na Costa dos Corais (Severino Carvalho)

Praia de Japaratinga, na Costa dos Corais (Severino Carvalho)

Apesar de o feriado de Corpus Christi cair numa quinta-feira, 30 de maio, a Secretaria de Estado do Turismo (Setur) anunciou, nesta terça-feira, que os estabelecimentos hoteleiros, de Norte a Sul de Alagoas, estarão com boa ocupação dos leitos, conforme pesquisa feita pela própria pasta.

Segundo a sondagem, alguns meios de hospedagem estarão completamente lotados durante o feriado, outros oscilarão entre 60% e 98% de ocupação. Estima-se uma ocupação média de 82% em toda a rede hoteleira de Maceió, percentual que, segundo a Setur, vem se mantendo acima da média nacional.

Os hotéis da capital declararam que na próxima semana a quantidade das reservas pode aumentar, e, consequentemente, a média da taxa de ocupação, informa a Setur.

Nos litorais Norte e Sul a perspectiva também é boa. De acordo com a Associação do Trade Turístico de Maragogi e Japaratinga (Ahmaja), os meios de hospedagem da Costa dos Corais ficarão com média de 66% de ocupação.

Já no Litoral Sul, o vice-presidente da AssertSul, Bepe Luna, garante que os associados estarão com 50% dos leitos ocupados neste feriado de Corpus Christi. A expectativa dele é de que, com a melhora das condições climáticas, a procura se eleve.

Tags:,

>Link