Monthly Archives: abril 2013

Costa dos Corais participa do Festival Brasil Sabor 2013
   Severino  Carvalho  │     26 de abril de 2013   │     13:31  │  0

Realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) o Festival Brasil Sabor está de volta. De 02 a 19 de maio, 36 estabelecimentos alagoanos oferecem pratos da culinária de nosso Estado a preços promocionais. O tema desta edição é “A comida do lugar em todos os lugares”. A iniciativa – em Alagoas – tem a parceria da Secretaria de Estado do Turismo (Setur-AL), Semptur, Algás e Sebrae.

Sinfonia Marítima  Japaratinga tem uma origem de vilarejo de pescadores. Por isso o prato foi articulado pra manter a tradição de frutos do mar, muito forte nessa área. R$ 90,00 para 2 pessoas.

Sinfonia Marítima
Japaratinga tem uma origem de vilarejo de pescadores. Por isso o prato foi articulado pra manter a tradição de frutos do mar, muito forte nessa área. R$ 90,00 para 2 pessoas.

A Costa dos Corais também participa do festival, cujo objetivo é promover e valorizar a culinária brasileira. Os restaurantes Paraíso dos Coqueirais, em Japaratinga, e Camurim Grande, em Maragogi, desenvolveram pratos especiais para a ocasião. No primeiro, o cliente poderá se deliciar com a Sinfonia Marítima, “articulada para manter a tradição de frutos do mar, muito forte nessa área”, descreve o chef. Valor: R$ 90 para duas pessoas.

No segundo,  a Lagosta Camurim Grande nos faz salivar só de olhar para a fotografia: lagosta defumada na brasa, sobre rodela de palmito marinado com ervas e gratinado, acompanhado de risoto de limão siciliano. Preço: R$ 95 para uma pessoa.

Para quem quiser participar do festival, os pratos terão descontos de 20% de segunda à quinta. Quem provar de quatro pratos diferentes inscritos no festival poderá saborear o quinto gratuitamente, em qualquer um dos restaurantes já visitados.

Outro destaque do Brasil Sabor 2013, segundo a organização do evento em Alagoas, é a realização da arena gastronômica. A estrutura será montada no principal shopping da capital e serão disponibilizados para degustação os pratos desenvolvidos para o festival. A arena receberá cinco chefs por dia e cada um destes irá desenvolver suas criações, atendendo o público em geral, parceiros e convidados.

 Lagosta Camurim Grande  Lagosta defumada na brasa, sobre rodela de palmito marinado com ervas e gratinado, acompanhado de risoto de limão seciliano. R$ 95,00 para 1 pessoa.

Lagosta Camurim Grande
Lagosta defumada na brasa, sobre rodela de palmito marinado com ervas e gratinado, acompanhado de risoto de limão siciliano. R$ 95,00 para 1 pessoa.

Segundo Danielle Novis, secretária de Estado do Turismo, esse evento já se configura como uma ação consolidada no fomento da atividade gastronômica em Alagoas. “Além da oportunidade de oferecer a gastronomia local como diferencial competitivo para o setor turístico, mostramos também, visibilidade num segmento que nosso estado tem grande potencial e qualidade, além de atrair muitos turistas”, afirma.

Para conhecer os pratos participantes, acesse o site oficial: http://www.brasilsabor.com.br/festival/cidades/exibir/230.html.

Com informações da Setur

 

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Maragogi, 138 anos de uma bela história
   Severino  Carvalho  │     24 de abril de 2013   │     12:20  │  1

Durante desfile, estudantes fizeram representação das piscinas naturais, principal atrativo turístico ( Foto: Severino Carvalho)

Durante desfile, estudantes fizeram representação das piscinas naturais, principal atrativo turístico ( Foto: Severino Carvalho)

Maragogi completa, nesta quarta-feira, 138 anos de emancipação política. Encravado no extremo Litoral Norte do Estado foi uma das primeiras povoações a se formar em Alagoas; pertencia a Porto Calvo, freguesia mais antiga. Palco da Guerra dos Cabanos (1832 e 1835), capítulo importante da História do Brasil, a cidadezinha que nasceu a partir de uma vila de pescadores desponta hoje no cenário turístico nacional. Dono de um litoral que não deixa nada a desejar ao Caribe, é o hoje o segundo maior polo hoteleiro de Alagoas. Mas, o balneário não se resume apenas às belezas costeiras: é detentor de uma vasta zona rural onde está fixada umas das maiores áreas da reforma agrária do Brasil.

Para falar da formação de Maragogi, ninguém melhor do que o antropólogo e historiador, Dirceu Acioly Lindoso, de 81 anos, filho da terra. Segundo ele, a primeira designação do lugar foi “Gamela da Barra”, em função das excelentes características da costa que favoreciam o entrar e sair das embarcações abarrotadas de mercadorias, sobretudo o açúcar. “O Gamela significa ‘baía que há no mar’”, destacou.

A primeira povoação formou-se ao Norte, onde hoje se encontra o distrito de Barra Grande, morada de um dos líderes da Guerra dos Cabanos, João Batista de Araújo. Ao Sul, surgiu São Bento de Porto Calvo, em alusão à sede da freguesia. Hoje, São Bento é o maior e mais populoso distrito de Maragogi. É lá onde se concentra a produção do bolo de goma e a pesca do marisco; lugar onde a religiosidade se fez raiz, representada nas ruínas do Mosteiro de São Bento, lugar de visitação turística.

De São Bento e da região onde hoje existe o município de Porto de Pedras vieram os primeiros habitantes da área onde hoje está fincado o centro da cidade, conta Lindoso. “Na época da Guerra dos Cabanos, Maragogi possuía apenas alguns palhoças”, revelou. A segunda designação foi um agrado ao imperador Dom Pedro II quando visitava a região. O lugar passou a se chamar Vila Isabel, em homenagem à filha do soberano.

Por fim, Vila Isabel tornou-se Maragogi. Foi elevada à categoria de cidade em 24 de abril de 1875. A nova designação surgiu em referência ao principal rio que corta o município. “O pessoal inventa muita coisa, mas a verdade é que Maragogi surgiu em razão do rio, que significa Rio dos Maruins na língua indígena”, disse Lindoso.

Passado e presente

Lindoso mostra moeda encontrada em botija (Arquivo: Severino Carvalho)Quando decidiu construir a Avenida Senador Rui Palmeira, a então prefeita de Maragogi, Maria do Livramento Paes de Oliveira, 65 anos, a “Livinha” (1977 a 1983), encontrou resistência da população. Afinal, ali era o quintal das poucas casas que existiam no centro da cidade. Hoje, o fundo dos imóveis é a Orla Marítima, importante e mais movimentado passeio público da cidade.

“A área era um depósito de lixo das casas. Passamos mais de 30 dias para remover os entulhos. Dei o pontapé para o que é hoje Maragogi”, diz orgulhosa, Livinha, lembrando que a orla foi construída em parceria com o Projeto Rondon. João Cavalcante de Lyra, 83, também foi prefeito do município por nove anos, em mandatos cumpridos nas décadas de 1970 e 1980.

“Quando era menino, lembro que a maioria das casas era coberta por palhas de coqueiro. Só existiam dois casarões, dois sobrados, dos fazendeiros Arthur Sena e de doutor Sales”, recordou, revelando que Maragogi foi a última cidade alagoana a ser eletrificada. A Maragogi do passado se revelou na contemporaneidade quando da aparição de duas botijas em 2004, durante as obras para instalação da rede de saneamento.

O achado da época do Brasil Reino Unido (1800), atraiu a curiosidade de turistas e nativos. Hoje, os patacões com alusão a D. João VI que restaram dormitam no cofre da prefeitura, longe do olhar de todos. “Maragogi era uma região onde existiam muitos comerciantes. Como não havia banco e o centro era Porto Calvo, essas pessoas tinham o hábito de esconder suas economias, enterradas”, explicou o antropólogo e historiador Dirceu Lindoso.

Em 2010, mais um achado deixou o município em polvorosa. Uma mina aquática de flutuação foi encontrada sob o calçamento da Avenida Rui Palmeira, novamente durante uma obra, desta feita de revitalização da Orla Marítima.
O artefato da 2ª Guerra Mundial foi retirado e explodido pela Polícia Militar de Alagoas.

“Eu vi quando os americanos resgataram aquela mina presa nos arrecifes e a trouxeram para a terra. Tiraram as espoletas e a enterraram no Beco da Estefânia. Era provavelmente um artefato americano usado contra os submarinos alemães durante a Segunda Guerra Mundial”, contou Lindoso.

Turismo

“Maravilhoso! Fomos conhecer as praias, são muito lindas. A cor da água é impressionante, as piscinas naturais, adentrar o mar e andar bastante, é muito legal”. A declaração entusiasmada é da turista mineira Alessandra Junqueira Franco, após um passeio de buggy pela costa de Maragogi.

Dono de uma rede hoteleira estruturada, o município é considerado a capital da Costa dos Corais alagoana e atrai, cada vez mais, turistas de várias partes do Brasil e do mundo. Ganhou reconhecimento do Ministério do Turismo e passou a integrar um dos 65 destinos indutores da atividade no País, para onde serão carreados investimentos. Para o economista Cícero Péricles de Carvalho, o turismo é a atividade mais dinâmica de Maragogi. A agricultura tradicional, da cana-de-açúcar e da pecuária, perde peso e significância.

“O turismo é uma importante alternativa para uma localidade com um litoral privilegiado, uma história antiga cheia de lances emocionantes, uma natureza privilegiada na sua parte rural e uma cultura muito própria, com um patrimônio significativo e gastronomia diferenciada. Por tudo isso, essa atividade tende a se afirmar e ter uma presença cada vez mais significativa na economia local”, destacou Péricles.

Programação

Para celebrar os 138 anos de Maragogi, a prefeitura montou uma programação especial que começou às 5 horas. O espocar de fogos de artifício recebeu o dia de forma festiva. Às 9 horas, teve início o desfile das escolas municipais que contou com a participação de bandas fanfarras de Japaratinga e Barreiros (PE).

Em frente à prefeitura, houve o hasteamento das bandeiras e o discurso das autoridades políticas do município. À noite, estão previstos shows musicais, a partir das 21 horas. Se apresentam na Praça de Eventos, orla marítima, os cantores Wellington Maragogi e Cleide Rivas. A festa encerra-se com a apresentação da banda Aviões do Forró.

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Turismo internacional no Brasil cresce 20% acima da média mundial
   Severino  Carvalho  │     23 de abril de 2013   │     18:56  │  0

O turismo internacional no Brasil bateu um novo recorde histórico em 2012, segundo números do Ministério do Turismo. Com 5,7 milhões de estrangeiros, o Brasil teve um crescimento de 4,5% em relação a 2011, superando em 20% o resultado mundial divulgado pela OMT (Organização Mundial de Turismo): crescimento de 3,8%.

“Graças ao empenho do trade turístico, do governo federal como um todo que tem atuado na melhora de serviços que contam na avaliação dos produtos turísticos e também às inovações na promoção internacional, conseguimos um resultado que, certamente, nos coloca no rumo dos 6 milhões de turistas este ano”, avalia o presidente da Embratur, Flávio Dino.

“O resultado do ano passado mostra que o governo da presidenta Dilma caminha na direção certa da preparação dos megaeventos, garantindo uma boa imagem do país no exterior”, avalia Dino. “É isso que temos mostrado em campanhas publicitárias, ações de relações públicas e nos eventos realizados nos principais emissores como América Latina e Europa, além dos BRICs”.

As ações vêm dando resultado: o Brasil obteve, este ano, um dos melhores resultados no aumento de entrada de turistas do mundo. O aumento do fluxo de entrada de estrangeiros no país foi maior que o da França, Espanha, Itália, Turquia e México, que são importantes destinos turísticos no mundo. O resultado do Brasil foi superior à média mundial (3,8%) e aos das Américas (3,7%), América do Sul (4,2%) e países emergentes (4,1%).

Os países da América do Sul foram os que mais contribuíram para esse resultado, com um total de 2,8 milhões de turistas, 7,4% a mais que em 2011. Entre eles, a Argentina, principal emissor para o Brasil, aumentou sua participação em 4,9%. Foram 1,59 milhão de turistas, em 2011, e 1,67 milhão em 2012. O Chile, com aproximadamente  250 mil turistas passou a ocupar a 5ª posição no ranking de países emissores, acumulando um crescimento de quase 25% em relação a 2010.

Os Estados Unidos continuam como segundo principal mercado emissor de turistas para o Brasil, apesar da queda de 1,4% no número de turistas registrada em 2012. A participação do continente europeu no número de turistas foi cerca de 30%, com um total de 1,65 milhão de turistas, 1,9% a mais que no ano anterior. Entre eles, a Alemanha passou a ser o 3º país emissor, seguido de Itália e França, nas 7ª e 8ª posições, respectivamente.

O número de chegadas cresceu em todos países componentes dos  BRICS. Destaque especial para a China, que passou em 2012 a integrar o grupo dos 20 maiores países emissores de turistas para o Brasil e registrou um aumento significativo com relação a 2011, cerca de 18%. O número de turistas residentes na Rússia aumentou 12,5% em 2012.

 Fonte: Embratur

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Navegar é preciso
   Severino  Carvalho  │     19 de abril de 2013   │     21:13  │  0

Pôr do sol 03

Pôr do sol na foz do Rio Manguaba (Foto: Severino Carvalho)

Esperar nunca é bom. A travessia de balsa do Rio Manguaba, entre Porto de Pedras e Japaratinga, nos compele a exercitar a paciência. O serviço deixa a desejar, é medonho às vezes, sobretudo em dias de grande movimento como nos feriadões. Filas e mais filas de veículos se formam nas duas margens, à espera do embarque.

Uns defendem a construção de uma ponte no local, outros são contrários à obra; acreditam que o isolamento é capaz de conservar aquele pedaço de paraíso, do outro lado do rio: Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres e Passo do Camaragibe, com suas praias semi-desertas.

Polêmica e impaciência à parte, o certo é que a travessia de balsa nos dar a oportunidade de contemplar a natureza. Cansado, voltando para casa depois de um dia inteiro de entrevistas na Rota Ecológica, fui contemplado com um pôr do sol magnífico.

A luz branda do astro-rei se escondendo no horizonte, por trás da linha do coqueiral, lançava tintas na tela celeste. À minha direita, o caudaloso Manguaba se encontrava com o mar: águas salobras, singradas pelo barquinho vigiado do alto pelo farol de Porto de Pedras. Do outro lado da margem, já em terra firme, cheguei à conclusão de que, às vezes, esperar é preciso; correr, não é preciso.

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Uma luz sobre Palmares 2: a carta de intenções
   Severino  Carvalho  │     10 de abril de 2013   │     17:00  │  0

A Instância de Governança da Região dos Quilombos entregou, no final de março, durante o encerramento do II Encontro dos Secretários Municipais de Turismo, uma carta de intenções à secretária de Estado do Turismo, Danielle Novis.  O documento apresenta reivindicações para que de fato a atividade turística se estabeleça e se desenvolva de forma regionalizada na Zona da Mata alagoana.

De acordo com o recorte do plano estadual de turismo, a Região dos Quilombos é composta por 23 municípios. Sete deles (União dos Palmares, Murici, São José da Lage, Ibateguara, Colônia Leopoldina, Mar Vermelho e Viçosa) encabeçam o movimento e já estão com planos e metas definidas afim de desenvolver os segmentos do ecoturismo, do turismo de aventura, gastronômico e cultural.

“A Região dos Quilombos é a bola da vez do turismo alagoano”, aposta a secretária municipal de Turismo de União dos Palmares, Jacineide Maia. A carta lista as potencialidades de cada município, todos interligados pelo viés da cultura afro-brasileira, espraiada  por onde se estendeu o Quilombo dos Palmares e seu mocambos.

“Um caminho de muitas histórias e que envolve etnia, cultura, natureza, ecologia, aventura e observação de aves. Em todo o trajeto da região, o turista pode conhecer um pouco da cultura remanescente dos negros quilombolas, como artesanato, danças e culinária”, diz um trecho da carta.

União encabeça a lista e, como não poderia deixar de ser, apresenta como atrativo maior a Serra da Barriga. Oferece ainda o artesanato produzido pela comunidade quilombola do Muquém e envereda pela gastronomia.

A bela Cachoeira do Anel, em Viçosa (Foto: Severino Carvalho)

A bela Cachoeira do Anel, em Viçosa (Foto: Severino Carvalho)

Viçosa traz sua riqueza folclórica, suas cachoeiras, dentre as quais a do Anel e Dois Irmãos, na serra onde Zumbi encontrou seu último refúgio antes de ser fulminado pelas tropas de Domingos Jorge Velho.

A Atenas Alagoana, como é conhecido o município de Viçosa, já possui bons estabelecimentos hoteleiros com destaque para os hotéis-fazenda e se prepara para ganhar em breve um Centro de Convenções instalado pela prefeitura.

A lista das potencialidades e atrativos segue com o clima serrano de Mar Vermelho, a “Suíça Alagoana”, e de Ibateguara, a “Terra do Frio”; entra por Murici, o “Celeiro das Aves” que habitam a Unidade de Conservação da Mata Atlântica; prossegue com os atrativos históricos e religiosos de São José da Laje e Colônia Leopoldina.

Para que tudo aconteça, porém, é preciso atacar e viabilizar quatro pontos cruciais, na avaliação dos secretários municipais de turismo. São eles: acesso, sinalização turística, plano de marketing e capacitação da rede turística e hoteleira.

Ao receber a carta de intenções, a secretária de Estado do Turismo, Danielle Novis, garantiu que vários pontos em questão já se encontram em andamento, a exemplo da sinalização turística, porém, há solicitações que são de responsabilidade de outras pastas, mas assegurou que estará à frente das ações na articulação com os parceiros.

Minha opinião

A Instância de Governança da Região dos Quilombos não é a panaceia que irá resolver todos os problemas que até agora atravancaram o turismo na rica Zona da Mata alagoana, mas se constitui em caminho viável para que a atividade, enfim, aconteça.

Para que haja turismo porém é preciso que o tripé REDE HOTELEIRA, ATRATIVOS E INFRAESTRUTURA, esteja bem fixado. Por exemplo: não se pode vender um destino turístico desprovido de estradas eficientes e em perfeito estado de conservação. Por isso, o acesso à Serra da Barriga se faz imprescindível.

Outras rodovias precisam sair do papel, a exemplo da estrada que interliga os municípios de Murici, Capela e Atalaia; que faz a ligação entre União dos Palmares, Branquinha e Viçosa, além da retomada da construção da BR-416, alça viária que deveria interligar a BR 101 a 104, por entre os municípios de Ibateguara e Colônia Leopoldina.

Iniciada em 2002, a rodovia permanece inacabada e sem cumprir sua finalidade até hoje. Leia mais sobre este assunto no link: http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/noticia.php?c=220132

Por fim, as prefeituras também devem fazer o dever de casa: cuidar melhor das cidades o que significa tornar eficiente a limpeza urbana, fazer valer as diretrizes dos planos diretores, ordenar o trânsito, entre outras obrigações.

A rede hoteleira, apesar de tímida, dá sinais de crescimento na região. Já os inúmeros atrativos são como jóias brutas que precisam, apenas, de lapidação. Então, mãos à obra! 

Pontos da Carta de Intenções entregue à Setur 

  • Acesso

.Serra da Barriga ao Parque Memorial dos Quilombos dos Palmares – 9 km
.Murici – Capela-Atalaia – 25 km
.União – Branquinha -Viçosa – 48 km
.Colônia de Leopoldina – Canastra 12 km

  • Sinalização Turística

. Posto de Informação Turística padronizado para a região.

  • Plano de Marketing

. Folheteria para a Copa do Mundo em dois idiomas
. Poster da Região dos Quilombos no Aeroporto Zumbi dos Palmares

  • Capacitação

 

  • Instalação da TV Educativa na Região dos Quilombos.

 

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